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Sinergia-ES prepara processos judiciais contra Escelsa e Energest
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O Sinergia-ES está preparando ações judiciais contra a incorporação da Fundação Escelsos à Enerprev e a eleição do representante dos trabalhadores no Conselho de Administração da Escelsa. ഀ
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Essa decisão foi tomada pelos trabalhadores aposentados, reunidos em assembléia no dia 24/06, e trabalhadores na ativa, no dia 03/07, que também deliberaram pela notificação da Escelsa e da Energest sobre vários problemas. ഀ
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O Sindicato questiona a forma como está sendo implementado o novo sistema CCS na área comercial; a emissão dos documentos PPP pela área de segurança; a demora nas autorizações dos procedimentos e nos reembolsos do plano de saúde; o descredenciamento de dentistas do plano odontológico; a transferência de trabalhadores da Energest e a redução do valor de pagamento das horas dirigidas.ഀ
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Ações judiciaisഀ
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De acordo com o Sinergia-ES, a Enerprev está sendo custeada pelos recursos dos trabalhadores da Fundação Escelsos, pois a empresa Enersul foi vendida e os trabalhadores estão pedindo judicialmente sua saída da Enerprev e a Bandeirantes, até o momento, não obteve autorização para se incorporar à nova fundação. ഀ
Nessa situação, os trabalhadores do Espírito Santo estão perdendo em qualidade de serviço, poder de decisão e em receita.ഀ
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Quanto à eleição do representante dos trabalhadores no Conselho de Administração da Escelsa - direito garantido durante o processo de privatização - o Sindicato já havia discutido com a empresa a legitimidade do processo.ഀ
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O Sinergia-ES argumenta que na assembléia de eleição do representante só podem participar trabalhadores que possuem ações da Escelsa, o que exclui a maioria da categoria, principalmente os novatos. Outro agravante é a permissão de votação por procuração, que torna o resultado altamente manipulável, tanto que na última eleição apenas 11 trabalhadores estavam presentes. Os trabalhadores da Escelsa defendem que a eleição seja realizada pelo voto direto de todos os/as empregados/as.ഀ
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“Estamos atentos a todas as mudanças implementadas que venham prejudicar os trabalhadores. Além das ações judiciais, estamos fazendo notificações extrajudiciais. As empresas não podem tomar decisões sem consultar a categoria. Enquanto isso estiver acontecendo, vamos atuar de forma firme, seja com ações políticas ou judiciais”, afirmou o presidente do Sinergia-ES, Edson Wilson (Edinho).ഀ
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